domingo, 28 de junho de 2009

Volto Já :)

Desculpem a ausencia por algum tempo, mas assuntos mais importantes na vida estao a acontecer..

domingo, 21 de junho de 2009

A Hora do Cansaço.

As coisas que amamos, as pessoas que amamos são eternas até certo ponto. Duram o infinito variável no limite de nosso poder de respirar a eternidade.
Pensá-las é pensar que não acabam nunca, dar-lhes moldura de granito. De outra maneira se tornam absoluta numa outra (maior) realidade.
Começam a esmaecer quando nos cansamos, e todos nos cansamos, por um outro itinerário,
de aspirar a resina do eterno.
Já não pretendemos que sejam imperecíveis. Restituímos cada ser e coisa à condição precária e baixamos o amor ao estado de utilidade.
Do sonho eterno fica esse gozo acre na boca ou na mente, sei lá, talvez no ar.


Carlos Drummond de Andrade

sexta-feira, 19 de junho de 2009

?! : /

Ví um blog de uma rapariga mesmo gira um dia, mas ela nunca mais me respondeu ás minhas mensagens que deixei lá : (((

ps. se nao quiseres por favor pelo menos dizme que nao)

segunda-feira, 15 de junho de 2009

O que te faz feliz?!

Nós humanos somos seres estranhos. Nunca estamos felizes com nada. Vivemos sempre buscando algo que não temos, e o que temos já não nos importa. Algo como: a felicidade está em um patamar acima do nosso e estamos sempre a buscá-la. Enfim, por mais que tenhamos bens, saúde, uma família, sempre falta algo. Que seja algo distante, que seja impossível, pois será isso que iremos desejar, ainda que o que precisamos, de fato, esteja ao alcance de nossas mãos.

Carros, casas, bens, dinheiro, dinheiro. Seria essa a definição ideal de felicidade? Não sei, a resposta não é tão simples. Talvez a felicidade não se resuma nessas coisas, em bens materias, embora estas coisas ajudem muito. Talvez, as coisas mais mais valiosas que temos, por mais démodé que seja, são amores. Não amores carnais apenas, paixões, mas sim amores, amores pelo simples viver, do amanhecer de um dia, de uma vida envolta de prazeres simplórios, e que não são necessariamente relacionados a dinheiro. Tá, reconheço que isso é filosófico demais, mas é realidade. Afinal, a vida deve ser encarada como um simplicidade impressionante, porque a vida é mesmo complexa. Mas é difícil ver simplicidade na vida, porque, aliás, a felicidade é, além de tudo, complexa.

Quando criança, eu queria ser adulto, mas por que cargas d’água hoje eu gostaria de ser criança? Por que sentimos falta daquilo que tivemos, e que sempre desejamos descartar?

Afinal, o que te faz feliz? O que nos faz feliz? O que é ser feliz? Talvez seja a esperança de saber que o amanhã poderá ser melhor, e é por isso que batalhamos hoje. É, talvez ser feliz seja isso: viver o que temos pra viver da maneira que podemos.

sábado, 13 de junho de 2009

Vida

“Não coma a vida com garfo e faca.
Lambuze-se !
Muita gente guarda a vida para o futuro.
Mesmo que a vida esteja na geladeira,
se você não a viver, ela se deteriorará.

É por isso que tantas pessoas se sentem emboloradas na meia-idade.

Elas guardam a vida,
não se entregam ao amor,
ao trabalho, não ousam,
não vão em frente.

Não deixe sua vida ficar muito séria,
saboreie tudo o que conseguir:
as derrotas e as vitórias,
a força do amanhecer e a poesia do anoitecer.

Com o tempo,
você vai percebendo que para se feliz
você precisa aprender a gostar de si,
a cuidar de si e,
principalmente,
a gostar de quem também gosta de você.”

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Summer *

Quero é PRAIA, MUITA PRAIA AGORA!!!!

quarta-feira, 10 de junho de 2009

"Não Sei Falar De Amor"

Oh vizinho, ora bom dia
como vai a saúdinha?
eu não sei falar de amor...

Oh vizinho e este tempo?
a chuva dá pouco alento...
e eu não sei falar de amor...

Oh vizinho e o carteiro?
que se engana no correio...
e eu não sei falar de amor...

E soubesse eu artifícios
de falar sem o dizer
não ia ser tão difícil
revelar-te o meu querer...

A timidez ata-me a pedras
e afunda-me no rio
quanto mais o amor medra
mais se afoga o desvario...

E retrai-se o atrevimento
a pequenas bolhas de ar...

E o querer deste meu corpo
vai sempre parar ao mar...

Oh vizinho e a novela?,
será que ele ficou com ela?
e eu não sei falar de amor...

Oh vizinho e o respeito?
não se leva nada a peito...
e eu não sei falar de amor...
refrão

Oh vizinho então Adeus
vou cuidar de sonhos meus
que eu não sei falar de amor..


deolinda*

<3

Posso nao concordar com o que dizes, mas luto para que o possas dizer.

Enfim.. Once upon a time..

A vida é mesmo assim, quanto mais esperamos de uma pessoa, mais ela nos desfralda, e sentimo-nos e por vezes aparece-nos que nunca esperamos.
Há mil e um motivos para sorrir, mas acredito veemente que só podde existir UM, para se ser FELIZ. E quando esse um nao és tu, certamente será outra pessoa, com muita, muita mais qualidade que tu, com amor, carinho, atenção, e afecto... Não queria que as coisas fosses assim, mas pelos vistos o que acontece nos contos de fadas, não ultrapassa de lá, gostava que assim nao o fosse, mas é. E São muitas mas mesmo muitas as pessoas que acreditam nesses contos de fadas e vivem a espera do seu principe encantado, umas esperam mais do que outras, umas encontram e sao felizes, (1 em 10000) outras exprimentam varios, e outras que até abusam, enfim.
Para finalizar, e como tudo nao é negativo; um dia disseram-me isto : "Ha pessoas que pela sua personalidade, humildade e espírito nos marcam e influenciam, decisiva e beneficamente na nossa vida! è um orgulho indescritivel ter tido a possibilidade de te ter conhecido.. é um prazer e um orgulho ainda maior podermos manter esta amizade que agora se apresenta tão grande e tão verdadeira. :')" Foi sem duvida nenhuma, o DIA MAIS FELIZ DA MINHA VIDA, e nao aquele em que "comi" a rapariga mais bonita e boa da escola, nem que dei o primeiro beijo, nem que recebi aquela prende de aniversário que tanto gostei, isto nao se explica, sente-se.. E são muitos os que sentem.. (infelizmente)

terça-feira, 9 de junho de 2009

I Didn't Know I Could Feel This Way

O que te faz feliz?

Nós humanos somos seres estranhos. Nunca estamos felizes com nada. Vivemos sempre buscando algo que não temos, e o que temos já não nos importa. Algo como: a felicidade está em um patamar acima do nosso e estamos sempre a buscá-la. Enfim, por mais que tenhamos bens, saúde, uma família, sempre falta algo. Que seja algo distante, que seja impossível, pois será isso que iremos desejar, ainda que o que precisamos, de fato, esteja ao alcance de nossas mãos.

Carros, casas, bens, dinheiro, dinheiro. Seria essa a definição ideal de felicidade? Não sei, a resposta não é tão simples. Talvez a felicidade não se resuma nessas coisas, em bens materias, embora estas coisas ajudem muito. Talvez, as coisas mais mais valiosas que temos, por mais démodé que seja, são amores. Não amores carnais apenas, paixões, mas sim amores, amores pelo simples viver, do amanhecer de um dia, de uma vida envolta de prazeres simplórios, e que não são necessariamente relacionados a dinheiro. Tá, reconheço que isso é filosófico demais, mas é realidade. Afinal, a vida deve ser encarada como um simplicidade impressionante, porque a vida é mesmo complexa. Mas é difícil ver simplicidade na vida, porque, aliás, a felicidade é, além de tudo, complexa.

Quando criança, eu queria ser adulto, mas por que cargas d’água hoje eu gostaria de ser criança? Por que sentimos falta daquilo que tivemos, e que sempre desejamos descartar?

Afinal, o que te faz feliz? O que nos faz feliz? O que é ser feliz? Talvez seja a esperança de saber que o amanhã poderá ser melhor, e é por isso que batalhamos hoje. É, talvez ser feliz seja isso: viver o que temos pra viver da maneira que podemos.

domingo, 7 de junho de 2009

*:*

Nostalgia não é privilégio de anciões. Nós, jovens, também temos. E por que não? Lembro como se fosse hoje das brincadeiras no colégio, na rua, do futebol de travinha e do horário certo para sair e entrar em casa. Sair a noite nem pensar. Era quase utópico. Só quando tinha festa ou alguma coisa muito especial. E brincar na rua durante a noite inteira sem ninguem nos imcomodar, partir vasos das visinhas, ramadas, vindimas, e até mesmo brincar aos power rangers. Não sei por quê. Devia ser porque não era comum.

Ser criança é viver sem precocupação e ter horário certo para tudo. Inclusive para assistir televisão. Que saudades! Tomar banho no final da tarde e logo depois merendar na frente da TV assistindo Cartoon, O recreio, Os Power Rangers, Timon e Pumba As Aventuras de Tin-Tin etc. E quando não tinha aula assistia, de manhã, desenhos animados. Só de lembrar dos meus programas favoritos na infância começo a interligar com fatos da minha vida, ora inesquecíveis, ora esquecíveis, ora engraçados, ora tristes, enfim, como a TV e seus produtos conseguem ser um ponto de referência na vida da gente.

E não só de TV vivia uma criança dos anos 1990. De videogame também. E para brincar neles a garotada tinha que pagar. A gente vivia alugando meia hora ou uma hora em estabelecimentos improvisados em residências. Era uma festa. Bastava cair cinquenta centavos na nossa mão que ele era imediamente trocado por meia hora, preciosa, de diversão. Game era artigo de luxo; Nintendo 64 e Playstation eram quase sagrados. A molecada os revereciavam e lenvantavam as mãos aos céus quando conseguiam manusear os controles desses videogames. Mas eu era mais ligado no Super Nintendo 32 bits, e assim como a maioria dos meus colegas, era viciado em Mortal Kombat, I, II, III e Ultimate. Explorava todos os tipos de golpes e tentava descobrir os fatalities, babalities, animalities e brutalities (por falta de paciência nunca consegui fazer um) dos personagens. Eu gostava muito do Bomberman e dava meu jeito de jogar. Mário World eu zerei de todos os jeitos, até de cabeça para baixo. Mário Kart, Mário All-Stars, Campeonato Brasileiro 96, 97 e 98, futebol internacional e ainda zerei Mário World 2: Yoshi’s Island, mais conhecido entre nós como “Mário bebê”; é claro, não podia faltar o Street Fighter - eu zerei com o Dhalsim (personagem conhecido como macumbeiro) só apelando naquela rasteira que ele dava Enfim, gastava horas a fio com o controle na mão.

Não podia esquecer da escola. Dos intervalos longos, mais de 30 minutos, como eramos felizes a correr atras de uma bola. Como eu ficava feliz quando era dia de pagamento de professores ou planejamento escolar; significava folga. Sair cedo era a maior alegria. “A professora fulana de tal faltou, portanto, podem ir para casa”, dizia a empregada. Todos comemorava como se fosse um golo na final do campeonato do mundo. “Silêncio crianças, senão eu não vos deixo ir”. Era o suficiente para que a gente se calasse.

São tantas recordações. Mas de uma coisa eu sei: a infância não pode ser resumida em linhas, palavras e parágrafos. Isso aqui é só uma poeira no universo infantil, tão vasto e tão rico. Naturalmente cresci, porém, faço questão de preservar um pouco do ser criança dentro de mim. Hoje estou mergulhando de cabeça no mundo adulto. Conquistei a tão almejada liberdade ao mesmo tempo que perdi, parcialmente, o prazer da infância. O que restou faço questão de guardar num lugar muito especial chamado lembrança.

Wallouuy

Escolhas de uma vida .

A certa altura do filme Crimes e Pecados, o personagem interpretado por Woody Allen diz: "Nós somos a soma das nossas decisões".

Essa frase acomodou-se na minha massa cinzenta e de lá nunca mais saiu. Compartilho do ceticismo de Allen: a gente é o que a gente escolhe ser, o destino pouco tem a ver com isso.

Desde pequenos aprendemos que, ao fazer uma opção,estamos descartando outra, e de opção em opção vamos tecendo essa teia que se convencionou chamar "minha vida".

Não é tarefa fácil. No momento em que se escolhes ser médico, está-se abrindo mão de ser piloto de avião. Ao optar pela vida de atriz, será quase impossível conciliar com a arquitetura. No amor, a mesma coisa: namora-se uma, outra, e mais outra, num excitante vaivém de romances. Até que chega um momento em que é preciso decidir entre passar o resto da vida sem compromisso formal com alguém, apenas vivenciando amores e deixando-os ir embora quando se findam, ou casar, e através do casamento fundar uma microempresa, com direito a casa própria, orçamento doméstico e responsabilidades.

As duas opções têm seus prós e contras: viver sem laços e viver com laços...

Escolha: beber até cair ou virar vegetariano e budista? Todas as alternativas são válidas, mas há um preço a pagar por elas.

Quem dera pudéssemos ser uma pessoa diferente a cada 6 meses, ser casados de segunda a sexta e solteiros nos finais de semana, ter filhos quando se está bem-disposto e não tê-los quando se está cansado. Por isso é tão importante o auto conhecimento. Por isso é necessário ler muito, ouvir os outros, estagiar em várias tribos, prestar atenção ao que acontece em volta e não cultivar preconceitos. Nossas escolhas não podem ser apenas intuitivas, elas têm que refletir o que a gente é. Lógico que se deve reavaliar decisões e trocar de caminho: Ninguém é o mesmo para sempre.

Mas que essas mudanças de rota venham para acrescentar, e não para anular a vivência do caminho anteriormente percorrido. A estrada é longa e o tempo é curto.Não deixe de fazer nada que queira, mas tenha responsabilidade e maturidade para arcar com as conseqüências destas ações.

Lembrem-se: suas escolhas têm 50% de chance de darem certo, mas também 50% de chance de darem errado. A escolha é sua...!